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Madalena Suzete Bumba
Poetisa-Angola
zulinnibumba@yahoo.com.br

Bessangana

Luanda
Mulher formosa de escultura sem par
ó linda bessangana
quanta elegância
quanta extravângancia na passerele
o quimone que envolves na lisura de tua pele de côco
é lindo! é mais purpúreo que a rosa carmesim

olhos cor do mar
em teus lábios cristalinos
transportas um sorriso luminoso
dulcificado de kitaba

Ngana bessangana
com miçangas a cair és linda
és simbolo de beleza rara e original
tua sensualidade inquieta o poeta
espanta e encanta galantes em tiras de delícias
no teu leitoso mar

a magia do teu sol ondeante
dança semba e remexe rebita
na Marginal do Carnaval

Dedico o poema a todas as mulheres de Luanda

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Gracinda Mondlane
Poétisa
gcindamondlane@gmail.com

Lugar por mim rumado

O lugar em que um dia habitei,
Os ares em que numa época abundei,
São traços deixados para um dia voltar,
São passos a indicar o lugar para onde retornar.

As pessoas que pela caminhada encontrei,
Os sonhos que tive, os sonhos que guardei,
A mágoa que plantei e tudo que tenho a recordar,
Chamam-me de volta, a cada passo a regressar.

O lugar por mim rumado, reluzente pela alvorada
Aquela paisagem única, onde a paz é alcançada
Aquela existência pura, onde momentos avançam.

O lugar por mim rumado, onde serei sempre recordada
Onde minha mente dorme acordada,
E sonhos meus apaziguados descansam

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Por:Fabio Barbieri
Mestre e Doutor pela Universidade de São Paulo, Professor da USP na FEA de Ribeirão Preto.
Fonte/Publicado no www.ordemLivre.org.

ESPANTALHOS ECONÓMICOS

Os detractores da Economia a apelidaram de “ciêncialúgubre”, sem imaginar que tal alcunha seria aceita pelos economistas. Afinal, ela funciona de fato como um estragaprazeres: o seu estudo permite desmascarar as falhas contidas nas promessas demagógicas dos políticos de criar riqueza a partir do nada. Uma das melhores definições da Economia a vê como a ciência que estuda as consequências não intencionais da acção humana. Em particular, mostra como um conjunto de políticas bem-intencionadas (populares em todos os tempos e lugares) gera resultados opostos do almejado, em geral por desconsiderar o fenómeno da escassez (ignorando os custos de oportunidade das acções propostas), ou ainda por não levar em conta como os agentes reagem a incentivos.

A aplicação da teoria económica à história de fato revela incontáveis vezes como certos grupos (como os pobres, os trabalhadores, os consumidores ou ainda os empreendedores) foram prejudicados por medidas tomadas em seu nome, resultando em ganhos para grandes firmas estabelecidas e grupos de interesse organizados, que enriqueceram à custa da maioria dos pobres, trabalhadores, consumidores e firmas.

Se políticas bem-intencionadas podem dar errado, a visão de mundo simplista e intolerante que divide as posições políticas entre “contra” ou “a favor” dos interesses dos trabalhadores (ou de qualquer outra causa) não se sustenta, dando lugar a uma visão mais complexa e liberal que vê as diferentes opiniões como crenças sinceras, porém distintas, a respeito de qual seria o meio mais adequado para melhorar o bem-estar de todos. O reconhecimento disso, contudo, frustra as certezas que alimentam a paixão ideológica. Essa é a explicação básica da antipatia que a Economia desperta entre os intelectuais em geral.

Boa parte desses intelectuais, em vez de se dedicar à árdua tarefa de se inteirar dos debates, preferem em vez disso uma saída mais fácil, acreditando na irrelevância das teorias económicas A forma mais eficaz para se chegar a essa conclusão tem sido o apelo à figura do Homo económicos. O argumento em geral assume a seguinte forma: Premissa 1: a teoria económica supõe que a humanidade seja composta por indivíduos egoístas, pautados apenas pela busca de prazeres mundanos e acúmulo de riqueza material; Premissa 2: a Premissa 1 só seria válida no “capitalismo”; Conclusão: os resultados da teoria não se aplicam a outras épocas ou formas de organização social.

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A primeira parte do último capítulo da saga escrita por J.K. Rowling continua a bater recordes por todo o lado e Portugal não escapa à tendência.
Acompanhando o enorme sucesso por todos os países onde tem estreado, também em Portugal o filme «Harry Potter e os Talismãs da Morte – Parte 1», de David Yates, está a revelar-se um fenómeno de bilheteira ao somar mais de 200 mil espectadores logo na primeira semana de exibição.
De acordo com dados estatísticos do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA), o filme foi visto por 200.065 espectadores nas salas portugueses entre os dias 18 e 24 de Novembro.
No primeiro fim-de-semana em exibição, «Harry Potter e os Talismãs da Morte – Parte 1» entrou directamente para primeiro lugar na receita das bilheteiras e nos primeiros quatro dias (entre quinta-feira e domingo), habitualmente de maior afluência, foram contabilizados 160.316 espetadores.
«Harry Potter e os Talismãs da Morte», com direcção de fotografia de Eduardo Serra, é o último capítulo da adaptação da obra de J.K. Rowling e está dividido em duas partes, estando a estreia da segunda agendada para Julho de 2011.

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Presidente Armando Guebuza promove oficiais superiores e passa outros a reserva
O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, promoveu, em despachos separados, à patente de Comissário da Policia, no escalão de Oficiais Generais, os oficiais da Policia da República de Moçambique (PRM) Alberto Ricardo Mondlane, Alfiado Julai Sitoe, Jaime Basílio Monteiro, João Brito da Cunha, José Manuel Nhantave, José Weng San e Luís Manuel Jane Magueza.

Num outro despacho, o Presidente da República promoveu à patente de Primeiro-Adjunto do Comissário da Polícia, no escalão de Oficiais Generais, os oficiais Abílio Luís Chivavel, Adamugy Carlos Molde, Adriano João Mucuapera, Fernando Binda, Gilberto Mário Madime, Jeremias Armando Cumbe, João José Mahunguele, Manuel Filimão Zandamela, Pedro Matessane Cossa e Xavier Ernesto Tocoli.
Ainda no uso das suas competências, na qualidade de Comandante em Chefe das Forcas de Defesa e Segurança, o Chefe do Estado promoveu à patente de Adjunto do Comissário da Polícia, no escalão de Oficiais Superiores, os oficiais Abel Nuro, Amélia Frankelim Parckings Tauro, António Augusto João Mendes, António Parquings Tauro, António Paulino Mathe, Arlindo João António de Abreu, Assane Arfe Amade Miquidade, Boaventura Fevereiro Bila, Cheia Awasse Gimo, Dias Francisco Balate, Domingos Alfredo Mathe, Domingos Francsico Jofane, Domingos Manuel Congolo, Dora Daniel Manjate, Elias Paiva Vilichane, Ernesto Fernando Chirindza, Fabião Pedro Nhancololo, Florinda do Nascimento, Joaquim Avassamania Nido Likwaha, Izidine Algy Ussene, Lurdes Afonso Mabunda, Maria Cristina Gonçalves de Brito, Maria Justina Eduardo Cumbe, Pedro Henrique Capeta, Ramos Bento Maholela, Ranjitsihn Pratapsihn, Rosse Janela Martinho e Saide Aly Chabana.
Ainda no mesmo dispositivo legal, o Presidente da Republica promoveu à patente de Superintendente Principal da Polícia, no escalão de Oficiais Superiores, 131 oficiais da PRM.
Em despacho separado, promoveu igualmente à patente de Superintendente da Polícia, no escalão de Oficiais Superiores, 388 oficiais da PRM. Ainda no mesmo dia, o Chefe do Estado determinou a passagem à reserva na efectividade de serviço do Inspector-Geral da Polícia, Miguel Francisco dos Santos.
Noutros despachos separados, o Presidente determinou a passagem à reserva do Comissário da Polícia, Eduardo Sebastião Musanhane e dos Primeiros-Adjuntos do Comissário da Polícia, Francisco Vontade Inácio e João Mutaca e outros 7 oficiais.
No uso das mesmas competências, o Chefe do Estado determinou em despachos presidenciais separados a passagem à reserva de 7 Adjuntos do Comissário da Polícia, 17 Superintendentes Principais da Policia e 24 Superintendentes da Polícia.

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CONSELHOS PARA A REALIZAÇÃO DE EXAMES

Tenha em atenção especialmente estes pontos quando estiver a responder a um exame: planificar e organizar bem o tempo durante um exame escrito é talvez o mais importante; ler e praticar exames anteriores do mesmo professor ou da disciplina em questão é sempre útil pois diminui o tempo de análise inicial do exame e reforça a confiança do estudante ao encontrar algo eserado; não responder à sorte, em especial quando são testes de escolha múltipla, pois na generalidade dos casos dá mau resultado; mas não deixe de arriscar quando não tem absoluta certeza da resposta;
ser o mais organizado e limpo possível dá alguns pontos extra, pois assim os professores conseguem ler o exame sem dificuldades; também o uso de expressões e frase muito rebuscadas deve ser evitado para não prejudicar a transmissão do conteúdo; quando não há tempo suficiente para estudar toda a matéria de uma disciplina, é preferível estudar tudo sem pormenor do que estudar intensivamente só alguns capítulos, pois isso permite que se responda melhor ou pior a todas as questões. mRealização de um exame A realização de um exame com sucesso passa por um bom método de trabalho, que permita uma descontracção e concentração no assunto a expor.

Assim, podemos explicitar um bom método: ler todo o exame quando ele é entregue;
avaliar as questões, distinguindo aquelas que conseguimos resolver, aquelas que não temos tanta certeza;
escolher as questões a realizar se o exame permitir essa opção;
dividir o tempo de que se dispõe para realizar o exame pelas questões começando pelas que sabemos e deixando para o fim as mais difíceis;
fazer um rascunho ou esquema da resposta a cada pergunta, dependendo do método que se prefere ou do tempo que ainda