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Fontes de informação


Para poder escolher bem é necessário ter um bom conhecimento das alternativas e das opções.

As fontes de informação a que os jovens podem recorrer são várias:

pessoas - os pais, amigos, professores e colegas têm sempre uma história para contar que vai ajudar a conhecer realidades diferentes; uma das formas de suscitar o interesse dos jovens por diferentes alternativas é contar um história de sucesso, pois personaliza um conjunto de informações;

documentação - várias instituições como o Ministério da Educação ou o gabinete de apoio ao aluno das escolas, disponibilizam folhetos e livros sobre as diversas formas de ensino, que podem ser muito úteis para quem desconhece certas alternativas e onde é que elas estão disponíveis;

visitas - uma ida a empresas, instituições e escolas permite uma visão mais real do que se passa e permite que o jovem possa ter dados fundamentais para fazer a sua escolha.
Uma consulta a fontes de informação diversificadas permite o confronto entre dados e uma comparação mais fácil. Nenhum dado deve ser tomado como definitivo pois pode mostrar uma situação extrapolada ou excepcional, alterando e influenciando as decisões dos jovens. É importante obter o máximo de fiabilidade nas informações recolhidas.

Métodos de recolha de informação


Mais uma vez se impõe a elaboração de um plano faseado de modo a organizar a recolha e estruturá-la, permitindo a sua análise mais fácil:

começar pelas pessoas mais próximas interrogando-as sobre as suas ideias e experiências, retirando daí conselhos para as áreas de investigação a pesquisar; é importante ter já uma ideia da área ou áreas que se pensa seguir de modo a simplificar a pesquisa;

questionar o orientador escolar sobre quais os melhores locais a visitar para obter as informações necessárias, ou mesmo consultar alguma documentação que ele já possua;

deslocar-se a instituições como o Ministério da Educação, o Ministério do Trabalho e da Solidariedade, o Instituto de Emprego e Formação Profissional, ou o Instituto Português da Juventude para obter informações sobre os cursos e instituições onde são ministrados;

quando se elegeu o curso ou cursos mais interessantes, é sempre bom um contacto mais pessoal com os alunos ou professores desses cursos de forma a que a se tenha uma perspectiva mais prática do que está envolvido.

Conselhos para a recolha de informação


Quando chegamos ao final deste processo temos um conjunto ordenado de informações que irá auxiliar a escolha a fazer. No entanto, é bom lembrar ainda alguns cuidados que são necessários na recolha das informações:

os dados têm de ser adequados ao assunto que procuramos, pois juntar ao nosso conjunto de informações dados que pouco têm a ver com o que queremos só servirá para confundir as ideias e dificultar a escolha;

a informação que obtivermos deve ser também pertinente, pois muitas vezes os dados que nos são fornecidos pouco interesse têm para a situação em que nos encontramos;

as informações devem ser validadas, isto é, deve ser feita uma comparação entre as diversas fontes, para assegurar que os dados recolhido são mesmo fiáveis;

a actualidade é também de extrema importância pois no sector da educação, são vulgares e frequentes as mudanças nos currículos e cursos para se adaptarem às necessidades dos estudantes e ao desenvolvimento tecnológico.


Escolhas vocacionais

A falta de qualificação

Para cada criança, para cada jovem, enfim, para cada aluno teremos de encontrar uma solução diferente. Não existe nenhuma fórmula mágica, nenhuma "receita", como costumamos dizer aos nossos alunos, futuros educadores e professores, que garanta o sucesso educativo e, mais importante ainda, o sucesso na vida de todos os alunos.


O que é a orientação profissional


A orientação profissional é um dos componentes mais importantes do ensino. É essa orientação que vai permitir a escolha da área de trabalho futuro, para a qual o jovem se vai preparar e onde permanecerá, provavelmente, durante toda a sua vida profissional. Por tudo isto, é necessário garantir que o aconselhamento seja oferecido ao estudante com a necessária antecipação, e de forma a possibilitar-lhe todas as condições para tomar a sua decisão.

A primeira opção é tomada no 9ºano e envolve a extensão do estudo que se pretende fazer e a respectiva área, ainda bastante vasta. Nos anos seguintes os estudantes têm o primeiro contacto com essas matérias através de disciplinas específicas que lhes permitirão experimentar as várias componentes dessa área, para mais tarde escolher um curso ou uma profissão.

A orientação profissional pode e deve ser feita não apenas por uma análise individual das potencialidades e opções. A decisão deve ser o culminar de um processo que envolve os pais, professores e um orientador escolar que irá ministrar ao jovem, testes vocacionais que lhe permitirão descobrir as suas facetas e aptidões de modo a aconselhá-lo com confiança e precisão.

A escolha do percurso a seguir vai determinar, em grande parte, o futuro do jovem pelo que o aconselhamento e a decisão se revestem da maior importância. Uma decisão a este nível tem pesado custos para ser revertida.

Por tudo isto é imprescindível a consciencialização tanto dos jovens, como dos pais, professores e educadores para a extrema importância desta questão. Aos jovens tem que ser facultada toda a informação, tempo e liberdade de escolha.

Escolha vocacional


O primeiro passo para a escolha do futuro profissional é o conhecimento de si próprio, pois só isso abrirá pistas para o melhor caminho a seguir. Para tal é necessário identificar as características pessoais, as preferências em relação aos vários aspectos da vida e as aptidões para as diversas actividades.

Os testes vocacionais que são realizados nas escolas a alunos do 9º ano têm como objectivo detectar todos estes elementos que podem influenciar as escolhas profissionais.

Características físicas
Pode parecer trivial, mas muitas vezes as próprias características físicas condicionam as nossas aptidões para o desempenho de uma actividade e alguns jovens têm pouca consciência disso. Como tal, um dos primeiros passos é determinar qual a imagem física que se pode desenhar de cada pessoa, até porque é a forma mais fácil de iniciar a viagem que pretende atingir uma descrição total de si próprio.


Características afectivas
As preferências e a personalidade são, na maioria dos casos, revelados pelo conjunto de objectos, pessoas e actividades que se encontram mais próximas de cada um. Deste modo, através de uma análise das escolhas em assuntos mais simples podem revelar-se as preferências e aptidões mais profundas e inconscientes.


Características intelectuais
Todas as pessoas raciocinam de forma diferente. Quer através do estudo, quer através das experiências que tiveram, organizaram esquemas mentais que condicionam os juízos sobre outras pessoas, situações ou assuntos, os problemas com que se preocupam, os hábitos de trabalho que possuem ou as reacções a determinados acontecimentos.


Valores
O pensamento e a acção de uma pessoa estão condicionados pelos valores que lhe são inculcados. Cada um de nós dá uma importância relativa diferente a cada valor como a segurança, a liberdade, a riqueza, a honestidade, o altruísmo ou a sabedoria. O conhecimento desta posição relativa pode também influenciar a carreira para a qual uma pessoa está mais apta.


Atitudes e comportamentos
Existem várias situações em que é importante analisar as reacções dos jovens, para determinar mais algumas informações sobre a sua personalidade. Assim, quer em relação com outras pessoas, os seus familiares, amigos, professores, quer em situações específicas de trabalho ou lazer, é necessário analisar as atitudes e comportamentos e saber justificá-los.


Interesses
Os testes muitas vezes incidem sobre comportamentos e atitudes perante formas alternativas de trabalho que revelam as preferências e os interesses que cada pessoa tem. Por exemplo, algumas preferem trabalhos intelectuais, enquanto outras, quando lhes é dada a escolha preferem trabalhar ao ar livre em contacto com a Natureza. A análise destas respostas pode levar a importantes descobertas na vocação de um jovem.


Capacidades e aptidões
Por fim, para ter um bom conhecimento de si próprio, é necessário ter consciência do que se consegue fazer bem e quais as técnicas para as quais se possui um jeito natural e quais são as áreas para a qual não existirá nunca inclinação, mesmo que seja dada formação nesse sentido.

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O Presidente do partido governamental, a Frelimo, e da Associação dos Combatentes da Luta de Libertação Nacional (ACLLN), Armando Guebuza, apelou aos participantes da 4ª Reunião do Comité Nacional daquele organismo para continuarem a lutar com vista a serem os heróis da vitória contra a pobreza a semelhança do que aconteceu na luta contra a dominação estrangeira.
“Reconhecemos que lutamos e vencemos a dominação estrangeira para continuarmos a lutar para vencer os novos desafios que a pobreza nos impõe. Reconhecemos que temos que honrar a obrigação que recai sobre os nossos ombros de realizar o sonho de 25 de Junho de 1962, o sonho de Moçambique próspero, unido, sempre em paz e com crescente prestígio na comunidade das nações”, vincou Guebuza.
A semelhança do que aconteceu no passado, os membros do ACLLN, segundo o presidente da Frelimo, devem provar não só a si próprios mas também ao mundo que a materialização desse sonho depende deles e mais ninguém. “Por isso, todos os dias devem reflectir a manifestação da certeza, da fé e da confiança em nós próprios e nas capacidades do nosso povo, tantas vezes demonstradas ao longo dos tempos, de que estamos e vamos continuar a vencer a pobreza e a construir o nosso bem-estar”, sublinhou Guebuza.
“Gerando cada vez mais riqueza, estaremos em condições de vencer a pobreza e criar o nosso bem-estar. Estas metas, como a meta de libertação da pátria, estão ano nosso alcance”, ressaltou o Presidente da Frelimo e da ACLLN. Guebuza disse reiteradamente que 2011 é o Ano Samora Machel (2011) declarado em homenagem ao falecido presidente libertador da pátria moçambicana.
“Reiteramos a nossa exortação para que todos os combatentes da luta de libertação nacional se empenhem na concepção, realização e participação em actividades de exaltação da vida e obra do primeiro presidente do nosso Moçambique, livre e independente”, afirmou Armando Guebuza. Ao longo de 2011, e alinhavado com o Ano Samora Machel, a preparação do 10º Congresso da Frelimo vai ganhar uma nova dinâmica e expressão.
O evento está programado para ter lugar entre 23 e 28 de Setembro de 2012, e constituirá um dos marcos mais salientes das celebrações do jubileu (50 anos) da vitoriosa Frelimo.

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A respiração é a chave para a harmonia interior e a beleza exterior.
Qual é o nosso primeiro acto quando nascemos? Inspiramos e depois choramos. E o nosso último acto é expirar, e então os outros choram. Entre estes dois actos acontece toda a nossa vida, e durante todo este tempo estamos a inspirar e a expirar. O que é a respiração? Fique a saber por que é tão importante!

A respiração é sinónimo de vida. A nossa respiração é a nossa vida e a nossa vida é feita da nossa respiração. Sem respiração o que somos? Pode haver vida humana sem respiração? A respiração é essencial à nossa existência, contudo, não lhe costumamos prestar nenhuma atenção.

Estamos o tempo todo focados no que se passa à nossa volta, o que está fora de nós: negócios, relações com clientes, vida familiar, vida social, amizades, dinheiro, carros, telemóveis, moda etc. E durante todas estas actividades estamos a respirar. Será que temos consciência disso? O stress influencia fortemente a nossa forma de ser, o nosso estado mental e a nossa saúde.

A respiração é o perfeito antídoto. Muitas das doenças de hoje são o resultado do stress: depressão, ansiedade, irritabilidade, problemas de pele, alterações energéticas, distúrbios alimentares, problemas de sono, doenças mentais ou emocionais, hipertensão, dependência de álcool e tabaco, dependência de drogas, e assim por diante.

"Aprendemos tantas coisas na escola e em casa, mas nunca nos ensinaram como manter o corpo são (livre de doenças), uma mente sem stress, nem como lidar com as nossas emoções negativas", refere Sri Sri Ravi Shankar, fundador da Fundação "A Arte de Viver".

No mundo de hoje temos que estudar a nossa própria mente, o nosso próprio ego, gastamos tanto tempo a aprender tantas coisas para a vida, mas poucas sobre a própria vida. Muito frequentemente, só paramos para pensar na vida que levamos quando somos forçados, normalmente por doença.
Em vez de esperar que o stress atinja tal nível, podemos ter acções preventivas usando um pouco de tempo para aprendermos sobre nós mesmos e como funcionamos. Por exemplo, a natureza da nossa mente, o efeito das nossas emoções sobre o nosso sistema nervoso, os ciclos naturais do nosso corpo, o poder da nossa respiração.

O estudo de si próprio é essencial para se ser o gerente competente da nossa própria vida, no ambiente competitivo dos nossos dias. O segredo está na nossa própria respiração.

A natureza da mente
O que é o stress? O stress é qualquer aspecto ou acontecimento na nossa vida que transporta uma emoção negativa. É a nossa contínua busca da perfeição que frequentemente conduz ao stress. O que é que todos queremos na vida, para o que estamos dispostos a trabalhar tão arduamente?

A resposta é simples, queremos alegria e felicidade. Queremos ser todos felizes. Mas, hoje as nossas actividades em vez de nos trazerem felicidade, provocam-nos stress. Então como poderemos ser felizes e gerir as nossas vidas com o stress? A resposta está na nossa respiração.

Tendências da mente
O stress começa com as actividades da mente, e as respostas emocionais consequentes. Por exemplo: se alguém lhe dá 10 elogios pela manhã e depois do almoço o critica uma vez, o que acontece? A mente agarra-se à negativa. "Por que é que ele disse aquilo? O que poderá significar? O que é que eu fiz de errado?". Não importa que durante toda a manhã só tenha recebido elogios.

A primeira tendência da mente é agarrar-se ao negativo. Assim, uma crítica é vivida e revivida numa angústia mental e emocional, provocando o stress. E claro que a memória do evento mantém a angústia até muito depois do acontecimento ter ocorrido, activando e reactivando a mesma emoção, os mesmos sentimentos.

Estas emoções/stress são armazenadas nas células do corpo como toxinas e intoxicam o nosso sistema. Existem dois tipos de toxinas: as toxinas físicas, pulsação latente do stress; e as toxinas emocionais, muito reais, também de stress.
Estas emoções/stress são armazenadas no corpo como substâncias químicas com impressões mentais ou emocionais, ligando-nos a recordações passadas e padrões de comportamentos emocionais antigos. Assim, gastamos muito do nosso tempo lamentando o passado, ou estando ansiosos, preocupando-nos com o futuro.

Esta é a segunda tendência da mente, esta oscilação mental entre o passado e o futuro que agrava o nosso stress, enquanto nos afasta do momento presente.

Mas, o que é que acontece de facto?
Respiramos em cada momento, inspiramos e expiramos. Agora, enquanto está a ler este artigo, tome consciência da sua respiração. Observe o seu movimento de inspiração e expiração nas suas narinas e mantenha a leitura, mantenha também a atenção na sua respiração enquanto lê, pratique.

E, enquanto lê, também observa o que pensa? Onde é que esteve nestes últimos minutos? A sua mente esteve presente apenas na leitura, ou pensou no último cliente que atendeu? Ou se tem comida em casa suficiente para o jantar? Ou quem é que lhe vai enviar o próximo sms? Ou quando vai conseguir acabar o curso que começou?

Poderia ser qualquer coisa. Observe, as emoções ligadas a estes pensamentos. Onde está exactamente a sua mente neste momento? Ainda a manter a sua atenção na respiração? Como vê, a nossa mente é facilmente distraída pelo passado e pelo futuro.

Mas a realidade da nossa existência é o agora, este momento, cada momento em que inspira e expira, é onde a realidade de vida está na verdade. Reflicta neste pensamento por apenas alguns momentos.

Pode voltar ao passado? O que é passado é passado, não pode voltar, nem mudar. Embora nós gostássemos de o fazer, podemos ir para o futuro? O que é futuro é futuro quem sabe como as coisas acontecerão na próxima hora, deixe o amanhã para depois. Este momento do presente é tudo o que temos, e a nossa respiração está sempre presente.
O poder da respiração
O que é que a nossa respiração tem que nos pode afectar tão profundamente? Como atrás descobrimos a mente é fundamental. A mente afecta o corpo, as emoções. A respiração e a mente estão intimamente ligadas, por exemplo, quando se sente triste, qual é o seu ritmo de respiração?

Quando está zangado, surpreendido, feliz, para cada emoção temos um ritmo correspondente. Para atingir a tranquilidade da mente é mais fácil prestar atenção à respiração do que à mente. "Nunca prestamos atenção à nossa respiração, mas ela muda.

Para cada emoção temos um ritmo de respiração diferente, a cada instante o padrão modifica. A respiração é mais tangível do que a mente, a mente é mais difícil de controlar. Certo é que escuta todas as conversas, lê todos os livros, mas na verdade não provoca qualquer impacto/efeito.

Através da respiração pode realmente levar o conhecimento à mente, isto porque a respiração é tangível. Trabalhe através da respiração. É muito benéfico, muito útil", diz Sri Sri Ravi Shankar.

Usamos as mesmas narinas, respiramos o mesmo ar, mas há uma diferença enorme no modo como respiramos com cada emoção. O que pensamos e sentimos afecta a nossa respiração.

Podemos dizer que é uma ponte entre o nosso mundo interior e o exterior. Sabendo que esta ligação existe, invertemos o processo e usamos os ritmos de respiração para influenciar a nossa mente, o corpo e o ser, e isto tem uma influência harmoniosa.

Há dois elementos no ar que respiramos:
1. Oxigénio: alimenta o corpo;
2. Prana/Chi: força de vida ou energia universal.
Nos nossos dias, o oxigénio tem vindo a ganhar importância no campo médico e é de comum acordo que "as viroses não podem viver num ambiente rico em oxigénio". Também há outro aspecto no "prana". O prana purifica, pode libertar a maioria das toxinas do corpo, e os nossos pulmões libertam mais toxinas que qualquer outro órgão.

Estudos científicos demonstraram que 80% das impurezas emocionais e físicas (toxinas) são libertadas pela respiração, e que a maioria das pessoas só usa 35% da capacidade pulmonar.

A técnica de respiração
Nesta técnica o prana é facilmente absorvido pelo corpo levando profundamente a cada célula a energia, inundando o sistema nervoso com oxigénio e prana, activando a libertação das toxinas, tanto emocionais como físicas a nível celular.

A técnica de respiração "Sudarshan Kriya"™ apenas abre o caminho, enquanto o deixa com uma sensação de energia no presente, onde toda a felicidade e alegria podem ser sentidas. As impurezas que são acumuladas nas células, causando lentidão e doenças, são postas para fora e ultrapassadas assim que as células são oxigenadas.

Fisicamente, as células são revitalizadas e, emocionalmente, a pessoa fica com uma sensação de equilíbrio e satisfação. Um sentimento de ter "recebido energia" é experimentado. Este método de respiração foi concebido para desenvolver o completo potencial da vida, dando conhecimento prático para lidar com os desafios diários da mesma.

Os benefícios são profundos: elimina o stress e amplia a consciência, aprendemos a viver mais plenamente a cada momento, permite que o corpo se liberte do stress, dores, tensões, e toxinas, e assim melhore a saúde.

Ganhamos mais energia e entusiasmo, tornamo-nos mais dinâmicos nas actividades. Encontramos harmonia nas relações sociais porque estamos mais equilibrados e mais conscientes de nós próprios. Como essência, movemo-nos da cabeça para o coração, com uma tranquilidade interna que nos dá um sorriso interior.
Aprendemos a usar a respiração para gerir as emoções, desligando a emoção do acontecimento, tornando-nos mais conscientes das coisas à nossa volta.

Continuamos a ter emoções, mas elas estão mais leves, e voltamos mais depressa à harmonia. Sentimos a vida mais completa e, no entanto, não perturbamos a nossa paz interior.

Somos mais naturais sentindo o coração pleno. O que realmente achamos é que a nossa respiração é o segredo dos segredos. A chave para a harmonia interna e a beleza exterior.

Em conclusão, podemos dizer que com a prática regular da "Sudarshan Kriya™" e "Pranayama", o corpo sente-se mais jovem e saudável e a mente mais calma, ou seja existe um equilíbrio entre o corpo e a mente.
Os exercícios
Os exercícios de respiração desta técnica fazem parte de uma série de exercícios de respiração pranayama, que são ensinados por um instrutor competente que ensina o correcto posicionamento das mãos, assim como da respiração.

A técnica principal de respiração ensinada na "Sudarshan Kriya" é um exercício de ritmo de respiração único, que liberta o corpo do stress. As impurezas são libertadas e as células do corpo são rejuvenescidas com energia. Sente-se um equilíbrio emocional.

Os exercícios podem ser praticados todos os dias, várias vezes ao dia, para um benefício máximo. Estes exercícios de respiração podem ser feitos dentro de casa ou ao ar livre, desde que se tenha acesso a ar puro - dentro de casa mantenha as janelas aber

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Conhecidos por sua paixão pelos desportos de aventura, os neozelandeses agora estão chegando aos extremos da culinária: um festival gastronómico oferecerá a seus visitantes mais corajosos um milk-shake preparado à base de sémen de cavalo.
A iguaria equina estará no cardápio do Festival de Comida Selvagem, realizado todos os anos na cidade de Hokitika, em South Island, junto com petiscos como escorpiões crus, besouros cobertos de chocolate e lagartas fritas.
"A ideia é ter tanta energia quanto um garanhão, com duração de uma semana depois de tomar o milk-shake", brincou Lindsay Kerslake, criador de cavalos de corrida e inventor da mistura.
Segundo Kerslake, a bebida que será vendida no festival deste ano, que começa no dia 12 de março, terá gosto de milk-shake e efeito de bebida energética.
Mike Keenan, um dos organizadores do festival, disse esperar que muitos acabarão bebendo o milk-shake como um desafio - e que ele mesmo está se preparando para dar um gole.
"Ok, eu vou provar", garantiu.
Keenan explicou que o festival começou há 22 anos, como uma maneira de forçar os cidadãos de Hokitika a "saírem de sua zona de conforto" e terem ideias criativas.
"Ele achou que esses drinks de sémen de cavalo com sabor seriam algo diferente", explicou Keenan, falando sobre Kerslake. "Ele está trabalhando em vários sabores, como baunilha, morango e chocolate".

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Amigos da rainha do pop revelam que ela estaria cansada das comparações com a autora de "Born This Way"

Ao lançar sua nova música Born This Way, muitos perceberam a influência de Express Yourself de Madonna na canção de Lady Gaga.

No dia seguinte a sua performance no Grammy, Lady Gaga revelou em um programa de entrevista que Madonna teria lhe enviado uma carta elogiando sua nova música.

Porém representantes da autora de Hung Up e Celebration, emitiram um comunicado negando o envio da mesma, e desde então parece haver uma saia-justa entre as duas.

Segundo a revista inglesa Now Magazine, amigos de Madonna teriam revelado que a cantora não aguenta mais as comparações e acha que Lady Gaga está realmente lhe copiando.

"Ela admite que Lady Gaga é uma cantora e compositora muito talentosa, porém está cansada das pessoas que a chamam de 'a nova Madonna'" revelou a fonte.

Eles dizem ainda que a cantora de 52 anos está achando que Gaga está lhe perseguindo: "Ela ficou bastante aborrecida no último verão, quando Lady Gaga alugou uma residência em Hamptons, bem próxima a sua.

Ela está começando a achar que Gaga está lhe seguindo e não está nem um pouco feliz a respeito".

Desde seu surgimento, foram várias as comparações entre Gaga e Madonna. Porém as duas demonstraram espírito esportivo ao participarem do programa de comédia "Saturday Night Live" em 2009, numa esquete onde as duas brincaram sobre essas comparações.

Agora só nos resta esperar para ver se esta rivalidade seguirá adiante ou se algum dia veremos as duas juntas em um dueto.

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Benigno Papelo
Presidente da VJM/ VJM President
vjm.presidente@tdm.co.mz


Habitação para Geração da Viragem: onde construir?

Já é natural debater-se em torno da problemática de habitação para os jovens, mas de nada ajudam esses debates, principalmente para os jovens, somente a banca é que sai sempre a ganhar, pois vai sempre aplicando as suas taxas de juros para os que se fazem a eles para contrair o crédito de habitação, mas para poder ter acesso a esse crédito, o banco impõe as suas condições e requisitos, e um deles é o título de propriedade do terreno onde irá ter lugar a construção da casa.

Bom qualquer jovem que se forma ou melhor ganha a sua independência financeira, quer poder ter a sua casa e construir a sua família, mas isso quase que se torna impossível nos dias de hoje no nosso País, pois o jovem quer poder estar próximo a condições básicas de assistência e sobrevivência, o que é do seu direito, agora designada a geração da viragem é convidada a desenvolver o País, e habitação faz parte do desenvolvimento de um País, mas para poder construir é primeiro preciso ter o terreno, para as políticas do estado, a terra não se vende, somente o cidadão deve fixar-se em um terreno que é atribuído o título de propriedade, por essa política os jovens estão a pagar caro, pois o jovem já não adquiri o espaço com o estado, mas sim com o cidadão que já detêm o título do terreno, e esse é livre de aplicar o preço que desejar para poder passar o título ao interessado.

Quais são as políticas de habitação para a chamada geração da Viragem? Começando pelo terreno, porque acredito ser isso que estimula o cansaço e o relaxamento do joven em continuar a viver em casa dos seus País, mesmo que esse tenha condições para sustentar-se, porque o problema não é a construção, mas sim onde encontrar terreno para construir.

A meu ver, o estado deve adoptar políticas que protegem a juventude nessa matéria, uma delas é o trabalho árduo com as entidades do ensino médio técnico profissional e superior, porque esses formam-se com a comichão de independência ideológica, patrimonial e financeira, nesse trabalho árduo deve culminar com concessão de terrenos a estes jovens, seguindo o exemplo de instituições estatais que concedem terrenos aos seus funcionários, porque isso pode ainda mais estimular e excitar o crescimento urbanístico do País, e acima de tudo o papel imprescindível do contributo para o crescimento do País, e deles próprios.

Abraço Forte