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Benigno Papelo
Presidente da VJM/ VJM President
vjm.presidente@tdm.co.mz

Um acto motivado pelas obras da vida e não pela idade.

Quando falamos em homenagem, muitos são os aspectos intervenientes e decisivos para se homenagear alguém Estes aspectos são classificados pelas obras de vida, pelo empenho na sociedade, de modo geral, o contributo a pessoa exerce em benefício da sociedade. Foram estes factores que pesaram na decisão em homenagear os casais vulneráveis e a apresentadora Kátia Vaenessa, no passado dia 21 de Agosto. A homenagem culminou com a entrega dos primeiros títulos de membro honorário a Kátia Vanessa e o ISCTEM.
Ser homenageado não é um acto guiado pela idade, e nem por obrigação... Deve ser sim um acto de reconhecimento que insta a difusão das acções do homenageado para a sociedade em geral, diria até que é oficializar o papel preponderante que a pessoa tem para a sociedade. É certo que a idade é o reflexo da experiência e do caminho andado, mas não é o reflexo das qualidades humanas, e dinamismo, que esta mesma pessoa exerce na vida, porque aquele que trabalha deve ser reconhecido e premiado, e a melhor premiação não é material, a melhor premiação, é ter o respeito e sobretudo o reconhecimento. Não devemos esperar que a pessoa atinja uma idade que a gente julgue propícia para a homenagem. Devemos olhar sim as obras da vida que esta mesma pessoa já edificou na vida das pessoas, em benefício mutuo. Arrisco-me a dizer que são muitas as organizações que seguem o critério da idade para poder fazer alguma homenagem, fazem-no, muitas vezes, por motivos de varia ordem, como por exemplo, pelo estado de saúde e da idade da pessoa a ser homenageada.
A homenagem deve ser algo que vem do fundo do coração, pois este acto transparece e leva para fora a nossa admiração pelas acções das pessoas.já diz o Colaborador da Visão Info, Dr. Eduardo Cruz, o empresário enfrenta um problema que é de trabalhar a empresa e não na empresa, tornando-se deste modo escravo dela.
A VJM continuara a reconhecer aqueles que realmente merecem, sem exclusão social, cultural e económica Para a VJM, o que conta são as acções que vão de acordo com a nossa filosofia, os bons devem ser reconhecidos, até porque os bons, não se reconhecem a si mesmos.
Abraço Forte

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As cidades de Maputo e Matola, ficaram paralisadas dois dias seguidos, devidos as manifestações violentas que resultaram em cerca de 10 mortes, mais de uma centena de feridos e danos materiais avultados. As manifestações dos dias 1 e 2 de Setembro, deveram-se ao elevado custo de vida no País.

No fim das Manifestações, a Juventude Moçambicana, juntou-se para proceder a limpeza dos Bairros de Hulene e Laulane, zonas que foram intensamente afectadas pelas manifestações, na cidade de Maputo, criando sérios problemas de transitabilidade dos veículos

A limpeza que teve início por volta das 5:30h do dia 3 de Setembro foi encabeçada pelo Conselho Nacional da Juventude, tendo reunido várias associações juvenis, com destaque para as associações dos estudantes do ISCTEM, Politécnica, ISUTC, a Associação Visão Jovem Moçambicana entre outras...

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A VJM esta a procura de apoio para transportar computadores, resultante de uma doação apartir da terra da sua Majestade (Inglatera). A oferta que vem por parte da Aid Computer International, surge actravés de um esforço articulado pelo representante e parceiro da VJM em Londres, o músico Tony Matola (Marrambique Music).

Os Computadores que eram em número de 10, passaram para 20. Esta oferta vem responder ao pedido formulado pela VJM para o Projecto: Um Computador, Várias formações, que irá consistir na formação, em Informática, dos jovens de baixa renda social e económica, numa primeira fase nos Distritos de Marracuene e Manjacaze, nas províncias de Maputo e Gaza, respectivamente.

O projecto tem como objectivos pproporcionar uma formação técnico-profissional em software, hardware e internet; Transmitir o conhecimento básico da informática; Promover os meios de utilização da informática no dia-a-dia; Promover a iniciação dos participantes no conhecimento da informática, habilitando-os a trabalhar como usuários dos programas básicos das tecnologias de informação e da Internet, possibilitanto uma maior inclusão no mercado de trabalho e na sociedade.

A VJM, tem vindo a emitir pedidos de apoios, no intuito de transprtar os computadores apartir da Ingalterra para Moçambique, visto que antes o custo estava orçado em 900.00 euros, passando para 1.565.00 euros, estando até aqui somente duas individualidades que se prontificaram em apoiar no pagamento parcial do valor, Nomeadamente, FORMEDIA-Instituto Europeu de Empresários e Gestores, uma empresa sediada em Portugal, e Dara Rodrigues, cidadão vivendo em Londres.

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Você pode não notar, mas ao encontrar uma pessoa que parece familiar na rua, a primeira coisa que vai procurar reconhecer são os olhos dela. Isso é o que diz uma pesquisa feita por psicólogos da Universidade de Barcelona na Espanha. Na verdade estudos anteriores haviam mostrado que o cérebro humano trabalha com baixas frequências espaciais para reconhecer a face alheia, ou seja, se atém a elementos básicos que compõe uma imagem sem entrar em grandes detalhes como por exemplo, sinais de idade no rosto da pessoa.
O pesquisador Mathias Keil usou um modelo computadorizado que reproduz o sistema visual do cérebro para analisar fotos de rostos de 868 mulheres e 868 homens e achar aspectos comuns. Através de imagens de detalhes faciais, o sistema deveria encontrar o rosto correspondente. Com isso, ele descobriu que era mais fácil para o cérebro reconhecer a pessoa pelos olhos, seguindo depois para o formato da boca e finalmente o do nariz.
Segundo Keil, os olhos têm a capacidade de oferecer uma imagem menos ruidosa para ser processada no reconhecimento ao contrário de outras características faciais. "Isso sugere que os mecanismos cerebrais de identificação facial se especializaram em olhos", disse Keil. Os resultados da pesquisa foram publicados no jornal especializado Computational Biology.

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Só mesmo uma mulher para entender o trabalho que dá sair de casa com uma make impecável. Limpar o rosto, hidratar, aplicar a base, o blush, apertar o curvex nos cílios, passar a sombra, o lápis e por último o rímel. Para tentar optimizar essa rotina de embelezamento, testei o procedimento de permanente de cílios junto com a tintura dos pelos, que promete deixar o olhar mais expressivo e feminino. "A diferença foi incrível, sem contar a praticidade, pois seus cílios ganharão o efeito curvex por até dois meses".
O procedimento é simples, antes de qualquer coisa a profissional medirá o comprimento dos cílios para identificar qual molde de curva usar. "Seleccionar o mini bob correcto para cada pessoa é a parte mais importante do tratamento, cada tamanho apresenta um resultado diferente. Em seguida alinho a raiz dos cílios e aplico os produtos", disse a esteticista Carolina Umino do Salão Jacques Janine.
Com os cílios alinhados e presos ao mini bob se inicia o tratamento. O produto de permanente, específico para pelos, é aplicado nos cílios agindo por aproximadamente 15 minutos. Em seguida é aplicado um neutralizante para finalizar a ação do primeiro produto. "Após a acção dos produtos, o olhar já fica diferente. As pessoas vão notar que existe algo diferente, mas não vão saber o que mudou. Este é o resultado esperado, um olhar sexy e natural", disse a esteticista.
Para finalizar o tratamento Carol aconselha a tintura dos cílios, pois assim o olho já fica quase pronto, bastará apenas aplicar a sombra e o lápis delineador. "A tintura dos cílios dá um brilho no olhar, principalmente para mulheres que têm os cílios claros. A diferença é notável".
O procedimento completo, com o permanente e a tintura, fica em torno de $150. Pessoas com hipersensibilidade nas pálpebras não devem se submeter ao procedimento.

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O Presidente moçambicano, Armando Guebuza, disse que o país registou e continua a registar sucessos assinaláveis em várias frentes de desenvolvimento e crescimento, há 36 anos após a assinatura dos Acordos de Lusaka que abriram caminho para a independência nacional.
Guebuza falava na Praça dos Heróis, em Maputo, no final da cerimónia de deposição de uma coroa de flores por ocasião da passagem do Sete de Setembro, Dia dos Acordos de Lusaka, que marcou o termo da guerra de 10 anos contra o regime colonial português.
O estadista moçambicano apontou, a título de exemplo, a presença de muitos jovens na comunicação social empunhando microfones e carregando câmaras de filmar, realidade que se os Acordos de Lusaka tivessem falhado não aconteceria hoje, porque o país estaria ainda sob jugo colonial.
“A mera presença aqui de todos vocês com microfones e a filmar reflecte exactamente uma parte, ainda que pequena, dos resultados que vieram do sete de Setembro”, explicou o presidente. O governo, segundo Guebuza, tem plena consciência da amplitude dos problemas que enfermam o bem-estar de milhares de concidadãos, mas também tem consciência que ninguém mais vai resolver senão os próprios moçambicanos.
Desta feita, todos são chamados a contribuir na busca de soluções de forma construtiva, porque a pátria continua a chamar por todos os moçambicanos. “Nós temos de resolver de uma forma construtiva porque a nossa pátria continua a chamar por nós”, sublinhou Guebuza, renovou os apelos à calma e serenidade que tem caracterizado os moçambicanos e enalteceu a resposta dos concidadãos aos pedidos feitos nesse sentido.